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Mostrando postagens de Agosto, 2011

Pesquisando minhas origens

Um dos países em que passamos nessa viagem de bicicleta é a Itália. Cruzamos a fronteira suíço-italiana na cidade de Como e logo depois pegamos o trem (ou melhor, 4 trens) pra chegar em Rovigo, a região de onde alguns dos meus antepassados paternos vieram. Já faz tempo que minha tia Marlene está pesquisando a árvore genealógica da família e coletando os documentos necessários para dar a entrada na cidadania italiana, mas ainda faltam duas das certidões e eu me ofereci pra ir procurar em pessoa.

Então eu e o Jon colocamos nossos disfarces de detetives e começamos a busca. A primeira parada foi na prefeitura de Rovigo (capital), aos trancos e barrancos eu consegui me fazer entender num italiano digno de "Terra Nostra" (leia-se "italiano de meia tigela"), com ajuda do meu querido ipod e do Ultralingua Italiano-Inglês. O atendente foi bem gentil, mas me disse que eu precisaria de mais detalhes pra encontrar o tal "certificato di matrimonio" dos meus tatatatat…

Explorando a Europa de bicicleta

Resolvi atender aos pedidos da minha mãe e escrever esse post em português. Estamos agora na cidade de Luzerna, na região central da Suiça, pertinho dos pés dos alpes. Amanhã a gente começa a subidona, que deve durar 3 ou 4 dias.

Nosso caminho passará pelo Passo de São Gotardo, situado a 2109 metros de altitude. Esse passo é conhecido desde a antiguidade, mas só começou a ser empregado com frequência a partir do século 13, quando a primeira ponte cruzando o rio Reuss foi construida. Chamada de Ponte do Diabo, ela é uma entre várias pontes cuja construção o povo diz ser obra do diabo; diz a lenda que a construção de uma ponte naquela região era muito difícil. O diabo concordou em construir a ponte, mas em troca, queria a alma do primeiro que atravessasse. O habitantes locais concordaram, mas pregaram uma peça no dito-cujo: fizeram um bode atravessar primeiro que todo mundo e o diabo ficou a ver navios.


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Mais novidades em breve, beijos e fui!

In Senegal, part 2

Ian was a bit anxious to go to his village because he had to take care of the well he was building with the villagers, so we took the earliest Neokolo lines truck-bus to Salemata that we could get. We got off the bus at Diarapont, the bridge that lends its name to the village where Ian works. The driver climbed up on top of the bus and untied our bikes, then handed them down. We got on and started riding the 3 km to the village, but halfway there Ian stopped to talk to an old man we were passing on the road. It turns out that Ian's (village) grandmother had died, just two days before, and the funeral had been yesterday. She was the oldest woman in the village, and was more or less the matriarch of the place. In fact, she was far older than the village, which has only been around for about 35-40 years. She was one of the adults who initially came down the mountains from Guinea to found the place.

Not long after we arrived, a visitor arrived at the family compound to pay his re…